Identifique o trabalho repetido
Procure tarefas em que a mesma informação é digitada em mais de uma plataforma. Registre a frequência, as pessoas envolvidas e o que acontece quando os dados divergem. Esse levantamento ajuda a priorizar o que merece atenção.
Defina a origem de cada informação
Decida qual sistema é responsável por cada dado. Quando duas plataformas podem alterar o mesmo registro, é preciso estabelecer regras de atualização. Sem isso, a integração pode apenas automatizar uma inconsistência que já existia.
Confira os recursos disponíveis
Documentação pública de API, permissões, limites de uso e formatos de resposta influenciam o projeto. Webhooks podem permitir atualizações por eventos; outras situações pedem consultas periódicas. A escolha depende do fluxo e do que as plataformas oferecem.
Planeje como lidar com falhas
Conexões podem falhar e uma operação pode ser repetida. É importante definir como detectar problemas, evitar duplicidades e retomar o fluxo. O planejamento técnico precisa incluir exemplos do funcionamento esperado e das situações de erro.
Comece com um fluxo delimitado
Uma primeira integração pode focar em uma tarefa bem definida. Documente seu objetivo, os sistemas e os resultados esperados, sem compartilhar credenciais no primeiro contato. Com esse contexto, a análise de viabilidade fica mais objetiva.
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